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sábado, 7 de julho de 2012

Apitinho Maluco



Uma coisa curiosa sobre esse brinquedinho é que ele chegou a ser vendido como pirulito e esse cachimbo era  o brinde.
O palito do pirulito era mais grosso e oco, e vinha uma cestinha que colcávamos no palito, formando o cachimbo.
Vinha também uma bolinha de plástico super leve, e é ai que ficava toda a diversão, pois tinhamos que assoprar para que a bolinha ficasse suspensa no ar e ao mesmo tempo tinhamos que equilibrar a bolinha dentro do cachimbo, para que ela não caísse.
As vezes, rolava até campeonato de quem deixava a bolinha mais tempo suspensa.


Hoje ele ainda pode ser encontrado em lojas de produto de festas infantis.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Boliche Canetinha

Mais um brinquedo que era praticamente uma tradição. A Canetinha Bolichinho. Dificilmente se via uma caixa de brinquedos que não tinha um desses. Não lembro quem fabricava esse brinquedo mais existe umas versões Remake que é vendido em papelarias e bazares.
Versão das Super poderosas






domingo, 12 de fevereiro de 2012

FERRORAMA

O ferrorama foi um brinquedo que fez muito sucesso entre as crianças na década de 1980 e foi muito vendido no Brasil.
Começou a ser fabricado em 1980 pela Manufatura de Brinquedos Estrela e consistia em uma ferrovia com uma locomotiva a vapor ou uma locomotiva elétrica ou ambas, dependendo do kit, e vários vagões acoplados, como vagão de carvão, de carga, de combustível, de passageiros. As locomotivas eram movidas com duas pilhas de tamanho médio de 1,5 volts cada.

Muitas locomotivas eram baseados em locomotivas verdadeiras dos 4 cantos do mundo e eram ricos em detalhes. Muitos adultos compravam para si mesmos. como decoração ou para se divertir nos finais de semana.

Versões:
                                    XP 100 - XP 300 - XP 400
Possuíam a mesma embalagem. A diferença eram as seguintes:

O XP 100 - Foi o primeiro a ser lançado e obviamente era o modelo mais simples. Com uma pista oval trazia dois vagões (o de carvão e o de carga), e a locomotiva com marcha-à-ré. 

XP 200 - Apresentava um vagão a mais, que era o de combustível (amarelo com o símbolo da Shell), além de desvios e desengate automático de vagões. 

XP 300 -  Apresentava como novidade uma pista um pouco maior que o XP 200.

XP 400 -  Este com apenas dois vagões, o de carvão e um vagão de passageiros na cor azul com uma faixa branca na lateral. A pista agora conta com rampas e cancela, alem dos desvios.



XP 500
XP 500 - locomotiva muito maior e mais invocada, com apenas um vagão de passageiros, a pista com um novo circuito tinha como grande novidade uma ponte. 


XP 600
Lançado um pouco depois. Uma nova locomotiva na cor vermelha com faróis que acendiam e duas velocidades, com um vagão de passageiros também na cor vermelha.
A pista apresentava vários pilares, com 25 curvas, três desvios e varias retas além de cancela e ponte.


XP 1100 - XP 1200 - XP 1300 - XP1400 - XP 1500

Tinham poucas diferenças dos modelos anteriores mais cancelas, trilhos e etc... A principal novidade estava na locomotiva, agora com faróis e o som da Maria-fumaça.


SÉRIES SL:  Trazia os seguintes modelos: SL-2000, SL-3000, SL-4000, SL-5000 e SL-5000 “Beto Carreiro”, com traçados bem diferentes dos anteriores, pois tinham desvios duplos, cruzamento em X, casinha de som, vagão com containeres, e também um modelo com duas locomotivas "SL-5000" (bem mais coloridas, assim como os vagões).

SL 2000 - SL 3000


SL 4000


SL 5000
A maior versão de todas. uma enorme quantidade de trilhos e vinha com duas locomotivas.


Edição Beto Carreiro - com inclusão de peças que simulavam os brinquedos mais famosos do parque.




Volta Ferrorama

A Estrela relançou o Ferrorama, um dos brinquedos mais famosos e queridos do Brasil em Agosto de 2010. A ideia surgiu diante de uma comunidade no Orkut criada em 2005 com cerca de três mil aficionados pelo brinquedo que vivem enviando e-mails e correspondências à marca para retomar a produção do Ferrorama. Observando isso, o presidente da Estrela, Carlos Tilkian, lançou um desafio: se os fãs fizerem o trem do Ferrorama percorrer os 20 últimos quilômetros do Caminho de Santiago de Compostela com 110 metros de trilhos arrecados pelos fãs, o brinquedo seria relançado no Brasil. A ação queria testar a fé dos fãs na volta do brinquedo.
O desafio foi lançado e os fãs foram a Santiago de Compostela sob a liderança de Marco Markora, o dono da comunidade que deu origem ao desafio. Além disso, o blogueiro @chicobarney foi conferir e narrar toda a história de perto.
Durante a jornada, tudo foi narrado pelo twitter, facebook e orkut, além de vídeos no YouTube e fotos no Flickr, além de um hotsite para centralizar o conteúdo. Eles tinham que substituir as peças do fim e colocar na frente do trilho para que o Ferrorama não parasse. E, mesmo com sol, chuva, vento e outras adversidades, o fãs provaram sua fé e o Ferrorama voltou as lojas em Agosto de 2010



Traição e decepção:

A ideia que trouxe esperança aos nostálgicos acabou se tornando um verdadeiro fiasco. O tão prometido Ferrorama que foi lançado não passava de um maria-fumaça parecido com os de camelô. Que de longe nem se compara com a versão original que era rico em detalhes tanto na locomotiva, vagões e nos trilhos.






Comercial do novo Ferro-Xing-Ling-rama
Se esse cara da propaganda é um saudosista, fez por dinheiro pq por amor não foi.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

POGOBOL


Não poderia ser esquecido, nada mais nada menos que, o Pogobol. Que deixavam as crianças pulando de tanta felicidade, literalmente. Era super divertido sair pulando com ele para todo lugar, até mesmo na hora de ir até à geladeira pegar água para beber.


Lançado no natal de 1987, ele vendeu mais de 800.000 unidades. Em 1991, teve uma leve pausa na fabricação, mas a Estrela o trouxe de volta entre 1995 e 1996. Atualmente também é considerado uma relíquia além de não ser mais fabricado no Brasil.
Um brinquedo um tanto quanto traiçoeiro para os pogoboleiros de primeira viagem. Ele dava a impressão de que era difícil se equilibrar em cima dele. As primeiras tentativas de brincar com ele revelavam que a dificuldade maior estaria em subir no bichinho, e então imaginava-se que uma vez em cima, era se manter pulando e o resto era só alegria. Ledo engano. Pois quem já pulou de Pogobol e nunca teve bolhas nos tornozelos por causa dele que atire a primeira pedra.
Nada que um par de meias e um All-star de cano longo não resolvessem.


SAUDADES!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Lango Lango

Sozinho esse monstrinho pode ser um tanto inútil. Mas basta juntá-lo com mais um e a diversão começa! Muita gente já se divertiu com as mortais brigas entre os Lango Lango. E se você nasceu nos anos 90, pode acreditar que eles já fizeram bastante sucesso. 

Os Lango-Lango eram criaturas vindas da Ilha  de Lango-Lango. Eram os ‘amigos da natureza’, como dizia a canção do comercial. Cada Lango-Lango mexia os braços e a cabeça e representava um elemento da natureza. Eles eram feitos fantoches movimentados por pinças manipuladas com uma pequena alavanca de plástico. Mas sabe o que era mais legal? Era brincar com um amigo, qual era o Lango Lango mais forte, um festival socos lango! Muito divertido! Fabricado pela Balila na década de 80, esse brinquedo era a sensação entre a garotada. 


sábado, 7 de maio de 2011

Boca Rica

Fabricado pela estrela nos anos 80, esse boneco em forma de Cofre era a mania entre as brincadeiras de família. Se a gente para pra pensar, chega à conclusão que o Boca Rica pertence à categoria dos brinquedos “sem lógica, mas legais”. Afinal de contas, consistia em enfiar moedas coloridas num cofre vermelho. Em dado momento, um mecanismo acionado aleatoriamente fazia a portinha se abrir, e o mais sortudo embolsava a “fortuna”. Destaque gracinha para um detalhe de que muita gente não se lembra: a cada fichinha que descia, os olhos do cofre giravam como se ele estivesse enjoado. Quer dizer: é praticamente como se o bichinho vomitasse, né?

Como era jogado?

Divide-se as moedas em números iguais a todos os participantes (as fichas pequenas - que servem para colocar no cofre - e as grandes - que quando o jogador fica sem fichas pequenas compra do jogador que tiver mais - cada ficha grande vale 5 fixas pequenas).
Cada jogador insere uma moeda, fazendo um ciclo entre os jogadores. Quando o cofre abre, as moedas passam a pertencer ao que inseriu a ficha que abriu o cofre.
Vence quem ficar com todas as fichas. (obs. para fechar o cofre deve-se segurar o cofre e girar o botão do fundo de maneira aleatória, rápida e sem contar os "pulos" da engrenagem).
Bom jogo!!!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Pula Pirata

Quem não se lembra do Pula Pirata é porque tem menos de vinte anos. O Pula-Pirata chegou ao mercado antes dos anos oitenta — foi lançado pela Estrela em 1978. Mas, nos Natais de boa parte da década seguinte foi um dos presentes que mais faziam sucesso. Em parte porque o embrulho ficava gigante devido ao volume do barril. Encontrado até hoje nas lojas, o jogo de espetar a espada e torcer para o boneco não pular ganhou versões tecnológicas e virtuais. inclusive o Pop-up Pirate para Wii.




O que contia o jogo?:

1 Barril

1 Pirata

6 facas de cada cor (vermelha, azul, amarela e verde)

Regras:

- 2 a 4 mais jogadores

- o pirata deve ser encaixado no barril

- cada jogador deve colocar uma faca em uma das pequenas fendas em torno do barril

- o pirata irá pular no momento em que alguma das facas for encaixada.




Esse Pula Pirata tem 4 entradas USB e blá blá blá. O mais importante é que o brinquedo FUNCIONA MESMO! Ele está à venda por 47 dólares, mas nunca deixe isso na sua mesa de trabalho, para não correr o risco de se distrair demais.




Lembro que eu tinha um Pula Pirata. lá para os meus 11 anos de idade eu acho..

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Pião

O pião é um brinquedo muito antigo, geralmente feito de madeira, em forma de pêra, com uma ponta metálica
na parte afunilada. Ele pode ter formato e tamanhos diferentes, como os alongados, os mamonas e os carrapetas, estes colocados para rodar com um giro rápido feito pelos dedos polegar e indicador de quem o tem em mãos. Os demais modelos são lançados ao chão por um cordel enrolado neles, ou com o auxílio de uma mola, e dependendo da força dada a esse impulso o pião pode girar co
m maior ou menor velocidade, sendo que no primeiro caso é costume dizer-se que ele está dormindo, ou está sereno.
O brinquedo foi trazido para o Brasil pelos portugueses ainda nos primeiros tempos da colonização. Registros antigos o incluem entre os jogos da sociedade lusitana do século 15, mas sua origem é bem anterior a essa época, porque Pitaco (650-569 a.C.), um dos sete sábios da Grécia, já falava de uma es
pécie de pião que era colocado
para girar com um chicote. Acredita-se também que a peça era um divertimento das crianças romanas, pois autores daquele tempo a mencionam em seus escritos. Virgílio (70-19.a.C) um dos maiores poetas latinos, faz alusão ao brinquedo em sua obra Eneida, enquanto Pérsi
o (34-62), poeta e moralista que satirizava os costumes de seus contemporâneos, foi um dos intelectuais que falaram sobre ele.
O jogo do pião tem regras e técnica própria. Na de arremesso, duas formas são mais observadas: a conhecida como fincão, onde a corda, ou fieira, é enrolada no pião e a outra extremidade presa ao dedo indicador do jogador, que coloca a ponta metálica do brinquedo voltada para cima e o arremessa ao chão, fazendo com que caia de bico no terreno de terra batida e sem pedras. Então, enquanto o pião “dorme” e assobia lentamente, o jogador pode recolhê-lo entre os dedos indicador e médio, deixando-o girar na palma da sua mão. O outro sistema é chamado
de camarão e nele o jogador repete o procedimento anterior, só que aí o pião é colocado de ponta para baixo e a fieira puxada sem muita força, fazendo o pião rodar devagar e tombar em pouco tempo.
Entre as modalidad
es de jogo está a simples, ou roda pião, praticada por uma pessoa, e a do desafio, com vários participantes tentando acertar o interior de um círculo. Os que não conseguem fazer isso são obrigados a colocar o seu dentro da roda, dando início a uma disputa pela posse dos que foram assim “guardados”. O jogo do pião requer alguma habilidade, que é constantemente desenvolvida entre os meninos através da prática diária. Os mais experientes, ou mais treinados, fazem o pião ficar girando na palma da mão, ou então sobre a unha do polegar, ou então passam a fieira por baixo do pião enquanto ele está girando, sem que este pare o seu giro. Como em todas as brincadeiras infantis existem regras estabelecidas pelo grupo, que são rigorosamente obedecidas pelos participantes sob pena dos infratores serem expulsos do jogo. Existe também vocabulário próprio.
No passado, quando nossas ruas e praças públicas eram freqüentadas alegremente por meninos e meninas sem os medos e receios que hoje obrigam pais e m
ães a mantê-los trancados em casa, diante de um aparelho de tevê, o jogo de pião era praticado com entusiasmo por crianças e jovens de todas as condições sociais, porque demonstrava, sobretudo, a destreza, habilidade e pontaria de quem o praticava. Desse tempo resta a lembrança das disputas entre dois ou mais arremessadores, cada um de olho no pião do outro, em brincadeiras que se prolongavam durante parte do dia. Muitos versos contam a história do rodar pião, como por exemplo, a seguinte adivinhação registrada pelo escritor e ensaísta português Joaquim Teófilo Fernandes Braga (1843/1924): “Para andar lhe pus a capa / E tirei para andar / Que ele sem capa não anda / Nem com ela pode andar / Com capa não dança / Para dançar se bota capa / Tira-se a capa para dançar”. No caso, capa é apenas o cordão que enrola o pião para fazê-lo girar.
O folclorista Luiz da Câmara Cascudo descreve a pequena peça como "Pinhão, brinquedo de madeira piriforme, com ponta de ferro, por onde gira pelo impulso do cordão enrolado na outra extremidade puxado com violência e destreza. (...) O strombos dos gregos e o turbo dos romanos são o mesmo jogo de pião das crianças de hoje, e datam pelo menos da pré-história da civilização (...) pois alguns piões de argila primitivos figuram na
coleção de Schliemann”. Heinrich Schliemann foi um arqueólogo alemão - 1822/1890 - que adquiriu fama pelas explorações arqueológicas na Grécia, especialmente em Micenas.



Recentemente um anime chamado Beyblade ressuscitou o habito do brinquedo. Mas são versões automáticas que nem se compara as técnicas que eram usadas para girar o antigo brinquedo.


terça-feira, 19 de abril de 2011

Ursinhos carinhosos

Meninas colecionavam esses bonequinhos nos anos 80. Fabricados pela Estrela eram feitos de vinil, eram articulados e possuíam um cabelinho estilo boneca.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Playmobil

Provavelmente você já tenha ouvido falar dos bonecos Playmobil, ou então, se você não é tão jovem já brincou com um desses. Estes bonecos fizeram muito sucesso durante a década de 70 e faziam parte de uma verdadeira coleção. Os bonequinhos vinham junto com peças que eram usadas para compor os cenários, como por exemplo, veículos, animais, espadas, escudos e outros itens. Algumas partes deste boneco eram móveis e seu rosto era todo pintado. Atualmente existem alguns modelos de Playmobil, porém seu rosto já é injetado e não mais apenas pintando.


Foi criado por Hans Beck (1929 - 2009) em 1974 e vendida mundialmente a partir de 1975. Os bonecos vinham em caixas com temática específica, como astronauta, piratas, circo entre outros

Na Alemanha, são produzidos pelo grupo Brandstätter.
Atualmente o Playmobil é fabricado também em outros países além da Alemanha, entre eles Inglaterra, Chipre, Malta, Espanha, Japão, Estados Unidos da América e Argentina.

Nas décadas de 1970 e 1980 o brinquedo foi fabricado no Brasil pela empresa Trol. Após a falência desta, passou a ser fabricado pela Estrela, na década de 1990. Em 2005, após longa ausência no país, a Calesita começou a importar da Argentina, onde são produzidos pela Antex sob licença da Geobra. Atualmente, o brinquedo voltou ao país através da importação diretamente da Alemanha feita pela Sunny Brinquedos.

Comercial Estrela



Nessa época com esses bonequinhos a imaginação rolava solta