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quarta-feira, 27 de março de 2013

Street Fighter de rodoviária


Street Fighter de rodoviária


Esse sim é um clássico do cara de pau (Pirata). Mais que você tem que admitir fez a diversão de muita criança e marmanjos.
Conhecido popularmente como Street Fighter de rodoviária. Era uma versão de street fighter II: champion Edition com alterações bem gritantes ao original. As apelações desse arcade era totalmente surreal chegando ao extremo que você só conseguia chegar ao final com algum determinado personagem e macetando muito.  Esse Street Fighter teve várias versões uma mais apelativa que a outra.
Fora que você poderia trocar de boneco a hora que quisesse, apenas apertando Start.

Exemplos de algumas bizarrices dos golpes:

Dependendo da versão do jogo,  Ken e Ryu davam o mesmo estilo de golpes loucos como o Tatsumaki Senpuu kyaku ou conhecido pela moçada como "Ataque das curujas ou Ataque das pulgas".  que praticamente quando acertava o rival,  ele levava até o canto da tela tonteando-o. O Hadouken era o trunfo desse jogo dependendo da versão você poderia faze-lo no ar, a velocidade e a direção mudava de acordo com o botão pressionado. ou o favorito da galera, encher a tela de magia. Para o desespero do rival.

Havia versões que a máquina trocava de boneco. Um exemplo disso era Honda que se transformava em Blanka e começava a dar o golpe do choque. mais com um detalhe.. ele dava choque e andava ao mesmo tempo e isso de uma maneira bem rápida. Quando acontecia isso filho. Esquece. larga o controle pois ele te colocava no canto até o seu sangue acabar. 

Alem desses veja mais algumas doideiras:



quarta-feira, 7 de março de 2012

Keystone Kapers




Tá ai um joguinho que era meu favorito nos tempos do Atari. conhecido popularmente aqui como "Pega-Ladrão". Criado pela Activision em 1983 era muito popular pela criançada. o jogo consistia em um shopping de 4 andares com um elevador e algumas escadas rolantes. O objetivo do jogo: você é um policial e seu dever é pegar um ladrão antes que ele fuja para o final do térreo. com isso vc tem a ajuda do elevador para chegar na frente do ladrão.  Fora os sacos de dinheiro que você recolhia e valia pontos. As  Primeiras fases são fáceis até que surge obstáculos como abaixar de aviões de brinquedos e saltar de carrinhos de compras e bolas de futebol americano,  com o tempo a velocidade do jogo aumenta ficando cada vez mais difícil.

O nome (Keystone seria algo como "Chave de pedra". Já Kapers não consta em nenhum dicionário. Nem no do Google, nem no Babylon. Parece-me tratar-se de uma homenagem aos policiais ingleses do cinema mudo, que chamavam-se "Keystone Cops", porém não posso afirmar categoricamente. Se alguem souber, poste).

Relembre!


Comercial

sábado, 28 de janeiro de 2012

Rygar the Legendary Warrior

Rygar é um jogo de arcade criado pela Tecmo em 1986 e originalmente lançado no Japão como Argos No Senshi. É um jogo de plataforma onde o jogador assume o papel como o "Guerreiro Legendário", enquanto batalhando por uma paisagem hostil. Incluia um jogo rico de ataque e capacidades de movimento. A característica principal de gameplay está em usar uma arma chamada "Diskarmor", uma espécie de escudo preso a uma corrente.

História:

O jogo de arcade começa com a introdução seguinte:
4.5 bilhões anos passaram desde a criação de Terra. Muitos dominadores regeram em todos sua glória, mas o tempo era o maior inimigo deles e destruiu seu reinado. E agora o novo reinado dos dominadores começa...
Informação respigada de manuais das versões para consoles revela que Ligar, um ser perverso, assumiu a terra de Argool, e Rygar, um guerreiro morto que ascendeu da sepultura, tem que usar o Diskarmor, junto com uma variedade de outras armas, para o parar. Em pistas de versões de consolo e diálogo limitado é determinado na forma de grande, salva como homens encontrados em pedra templos verdes ao longo do jogo.
No original japonês, referências para "Ligar" e "Rygar" são o mesmo, devido ao fato que as sílabas romanas que o "Li" e "Ry" vêm do mesmo caráter japonês. Nesta versão, o herói está só chamado "O Guerreiro Legendário", enquanto "Rygar" e "Ligar" se referem ao vilão principal.
Vouve versões para arcade, nintendo 8 bits, master system e agora recentemente sua versão para playstation 2

veja a evolução do game:
  Arcade  

   Nintendo 8 Bits  


      Master System

    Playstation 2

Relembre Rygar

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Golden Axe

Se um Flipperama que mais marcou a vida pudesse ser escolhido para colocar no meu escritório seria esse Golden Axe. Com uma aventura apesar de curta muito divertida, com muita ação e uma música marcante.

Golden Axe é um jogo eletrônico da SEGA, originalmente criado para Arcades. Ambientado num cenário estilo Conan, o jogador deve conduzir seu personagem por cenários repletos de inimigos até o castelo de Death Adder para resgatar o rei e a rainha, no clássico estilo de "pancadaria" (hack and slash, na linguagem do gênero), como Double Dragon.

Você poderia jogar com: Ax Battler, o Barbaro - que sua mãe foi morta por Death Adder. Tyris Flare, A amazona - seu pai e sua mãe foram mortos por Death Adder e Gilius o Anão Guerreiro - que perdeu o irmão gêmeo em uma batalha defendendo o lar contra a horda de Death-Adder.

Para muitos a melhor para jogar era a Tyris Flame por ser rápida e duas magias eram mais fortes.

Golden axe foi adaptado para várias plataformas como o mega drive (o mais fiel ao arcade porem com uma fase a mais). Duas versões de Master System (que para mim foi os piores), Game Gear, Sega Saturn, Playstation 2 e agora para xbox 360.

Lembro que a primeira vez que joguei Golden Axe devia ter uns 12 anos claro que levei a pior nas partidas, e via aqueles caras jogando e ai aprendendo aos poucos as manhas. Com o tempo começava a jogar melhor. mais mesmo assim não era bom para vencer o jogo sem dar continue.
O que mais me irritava era as maltidas caveiras.

A unica coisa que peca nesse jogo. É a mais importante.. O FINAL
Não sei o que a SEGA tinha na cabeça de colocar um final tão escroto onde mostra 3 crianças jogando flipper e derrepente o ele explode e dele sai os vilões do jogo seguido pelos heroís e assim acaba o jogo com as crianças fugindo, os vilões atraz deles e os herois logo em seguida.. e FIM


Relembre Golden AXE

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Simpsons - The Arcade Game












O fã de Os Simpsons que nunca jogou o arcade baseado na série, não sabe o que está perdendo. Sucesso na década de 90, o jogo ao estilo Streets of Rage

Simpsons: the Arcade Game, produzido pela Konami em 1991 é o melhor (na verdade o único bom) jogo dos Simpsons já feito. Trata-se de um beat ‘em up direto dos bons tempos de Tartaruga Ninja e semelhantes, mas também tempos de muita mesada perdida nos fliperamas. E como eu gastei minhas mesadas nesse aqui.

Incrivelmente empolgante, no jogo você pode escolher qualquer membro da família, cada um com seu jeito mais bizarro de lutar, e sair pela famosa Springfield surrando qualquer coitado em seu caminho. Homer com as mãos fechadas e bicas violentas, Marge usando seu aspirador de pó (hilário), Bart em seu skate e Lisa que usa um tipo de corda ou sei lá o que. Melhor que escolher um dos personagens é jogar com mais três perdidos para usar toda família, assim a jogatina será perfeita.

Na história, Waylon Smithers acabara de roubar um diamante para seu malévolo chefe C.M. Burns e, após ironicamente trombar com Homer que passeava alegremente com sua família, deixa este ser usado como substituto da chupeta de Maggie. O que fazer? Ao invés de tirar o maldito diamante da boca da menina, ele convenientemente agarra a coitada e a leva embora. Veja bem, como muitos jogos de árcade, a história não é nenhum primor, mas quem liga? Hora de dar porrada!

Os aspectos técnicos nem precisam ser comentados, basta dizer que o jogo foi desenvolvido usando a mesma engime do fantástico Teenage Mutant Ninja Turtles arcade game (1989). Porém, sempre tem um desavisado que não teve o prazer de jogar nenhum dos dois citados acima, então vou usar tentar ser bem objetivo ao resumir os aspectos técnicos do jogo: (tirem as crianças da sala, pois aí vem palavrão) o jogo é Foda.

The Simpsons ainda traz diversas inovações para o gênero, como a opção de usar ataques de dupla com seu colega de jogo, que variam de acordo com os personagens que estão sendo usados. Itens jogados pelo cenário podem ser usados como projéteis ou usados por um tempo e até os próprios animais podiam ser usados como armas, tudo em nome da Maggie cleptomaníaca.

O jogo continha dois minigames bizarros (um envolvendo balões com cara do Krust) e vilões mais estranhos ainda, que variavam de bombeiros, velhos em calças rosa, mortos vivos, animais, enfim, qualquer coisa bizarra que os desenvolvedores imaginaram. O mais impressionante é que os dubladores oficiais emprestaram suas vozes ao jogo, deixando mais bem acabado e muito mais engraçado.

O jogo Nunca saiu para nenhum videogame. somente para arcades mesmo..O jogo pode ser encontrado em emuladores, fliperamas empoeirados e até um tio maluco vendendo o jogo original em um leilão de internet. Ignore todos os jogos horrorosos que só denigrem a imagem da família Simpson.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Where in the World is Carmen Sandiego?

é um jogo de computador produzido pela Brøderbund Software, lançado inicialmente em versão para Apple II, no meio da década de 1980. Posteriormente foram lançadas versões para IBM PC XT. Além dele, foram lançados Where
in the US is Carmen Sandiego?, Carmen Sandiego Junior Detective, Where in Time is Carmen Sandiego?, Where in the World is Carmen Sandiego? Deluxe, entre vários outros títulos.
No enredo somos um detetive que junta pistas ao redor do mundo para solucionar um caso. É um jogo bem educativo porque, durante essa procura, acabamos aprendendo aspectos de geografia e as características de vários países. Também tinha que se prestar muito atenção nas pistas das testemunhas pois isso seria crucial para capturar os bandidos. O Game foi traduzido para vários idiomas inclusive para o português.

Muito jogado em cursinhos de informática, pois os computadores eram muitos caros na época. Esse joguinho cabia em 1 disquete de 3 1/2, A unica coisa que matava que você só poderia subir de cargo de responde-se a uma pergunta normalmente sobre uma personalidade histórica.

Carmen sandiego, com o tempo
foi indo para as plataformas de Video Game, passando do nintendinho, Mega Drive, Super Nintendo e até para Playstation 2.


E recentemente foi criado uma versão para o Facebook











Relembrando Carmen Sandiego

Quem quiser relembrar jogando esse Cult dos cursinhos de informática é só baixar aqui
em sua versão em português

sábado, 16 de abril de 2011

Turbo Game (Top Game)










Lançado pela CCE entre 1989 e 1990. esse maneirisso videogame foi um dos genéricos do Nes (nintendinho) nos anos 80, o mais maneiro dele era que enquanto os da concorrencia só suportavam 1 tipo de cartucho. 60 Pinos (Padrão Japonês) e 72 pinos (Padrão Americano) só podendo trocar de padrão com um adaptador. Graças a um sistema chamado "Dual System". O Turbo Game portava os dois encaixes apénas mudando o encaixe de lugar. Possuia um dos melhores controles da época. lembrando muito o do Mega drive só que ao contrário.

se não me fale a memória vinha com o jogo Tiger Heli, um game de helicópitero que bem estilo joguinho de nave. os carchuchos a disposição não eram muito fáceis de comprar portando poderia se recorrer as locadoras (hoje em dia quase extintos por causa dos camelos de DVD) que na época se alugava os cartuchos. Cartucho 60 Pinos Cartucho de 72 pinos

O maior problema era encontrar bons cartuchos.. Nas lojas de eletronica só vinham com cartuchos fracos normalmente de títulos desconhecidos alguns até feitos no brasil. Os melhores jogos mesmo tinham que ser comprados em importadoras.











Cartucho 72 pinos -------------------------------------Cartucho 60 pinos

Memory Card? que nada a gente jogava na raça! se faltasse luz. ferrou.. tinha que começar tudo de novo, só alguns jogos de rpg.. (novidade na época) é que tinha uma pequena bateria que armazenava as informações.

Nosso Mortal Kombat era o street fighter 3 piratão.. que era bem melhor que a versão original feita pela nintendo,

Nosso God of War era o Legend of Kage, Nosso simulador de voo era Top Gun,
nosso need for speed era o Rad Racer.

Cartucho com problemas?? a gente simplesmente assoprava a tava novo!


Megaman 2, 3, Super Mário Bros 3, Yo noid, Totaly Rad, foram as minhas febres nesses tempos


-----------------------Legend of kage ---------------------------Tiger Heli


-------------------------Yo! Noid ------------------------------Mega Man 2

terça-feira, 12 de abril de 2011

Mini Games


Se voce nasceu nos anos 80 ja deve ter brincado com um desses. As musiquinhas eram horríveis e repetitivas, tinham como background um papel com um desenho. meio que porputinado. Mais e daí? era o máximo! A grande "sensação" na época eram os mini-games. Eram joguinhos portáteis, que não tinham muita qualidade, mas eram bem legais. Além disso, não custavam muiiito caro, então dava sempre pra comprar um! como os videogames ainda eram para poucos, recorríamos a essas preciosidades. amiguinhos na escola faziam competição para quem fizesse mais pontos.. Já eu era muquirana.. cobrava 10 centavos por jogada nos meus minigames na escola... auahuauaha


Responsável pela entrada da Nintendo, uma empresa produtora de brinquedos e cards, no mercado de videogames; os Game & Watch foram lançados em 1980 e se tratavam de uma coleção de 59 aparelhinhos de tela de cristal líquido, cada um com um jogo só. Os títulos variavam entre criações originais e remontagens (com personalidade própria) de sucessos dos fliperama. Assim nascia os mini games.

Os mini-games inicialmente eram quase todos japoneses, pouco maiores que um celular, feitos de cores apelativas, cinco ou seis botões e quase sempre com um Game A, mais simples, e um Game B, de dificuldade mais elaborada.
Quando se tornou sucesso no brasil a TEC TOY lançou a versão Série master.. uma versão maior com temas de jogos consagrados como Megaman, Sonic, e séries como familia dinossauro, até Xuxa teve sua versão em mini game.
Nos anos entre a metade e o final dos anos 90 surge o Brick Game uma versão mini do famoso jogo Tetris. inicialmente só era vendido em importadoras mais com o crescimento dos camelos já era possível comprar a preços bem mais acessíveis. Vindos principalmente do paraguai esses games acabaram se tornando febre. tanto para crianças quanto para adultos. Com o tempo surgiu os famosos 4 in 1, 100 in 1, e assim por diante. com modificações do jogo como o jogo da minhoquinha, nave e paredão. Ainda hoje o Brick Game pode ser encontrados nos camelos da vida a preços que variam de R$5,00 á  R$10,00.

Eu lembro que tinha os de Mortal Kombat, Street Fighter 2, Westen Bar e sonic 2.
Sei que com os celulares de hoje.. quem precisa dessas coisas... mais que era divertido. há se era!!

Relembre:
No site Pica pic você pode jogar 21 Mini-Games lançados nessa época diretamente pela internet






sábado, 9 de abril de 2011

Atari 2600

O Atari. considerado o primeiro video game de muita galera daquela época. inclusive a minha. horas e horas de diversão sem fim isso quando a mãe ou o pai não perturbava para você desligar a TV.

Com certeza esse foi o cult dos anos 80.

A gama de jogos eram memoráveis: River Rad, Pega ladrão, Enduro, Hero, Pitfall, Donkey Kong entre outros..

Atari 2600 foi um video game projetado por Jay Miner e lançado em 1977 nos Estados Unidos e em 1983 no Brasil. Foi um fenômeno de vendas no Brasil entre os anos de 1984 a 1986.

O controle era duro pacas até se acostumar com ele. Ficava mais macio com o tempo. perdia horas jogando. outra coisa legal era seus Cartuchos de 4 in 1 onde se usava umas alavancas para se escolher o jogo.


HISTÓRIA

A Atari comprou uma empresa de engenharia em 1975 chamada Cyan Engineering para desenvolver um sistema de video game de nova geração, e trabalhou em um prototipo conhecido como "Stella" (nome da bicicleta de um dos engenheiros) por algum tempo.


Diferente de máquinas de gerações passadas que usavam lógica de programação própria e fixa para rodar um pequeno número de jogos, o núcleo do Stella era um CPU completo, o famoso MOS Technology 6502 em uma versão reduzida (para cortar custos), conhecido como 6507 Era combinado com chips de RAM e E/S, o MOS Technology 6532 e um chip de display e som de design próprio conhecido como TIA, de Television (Televisão) Interface (Interface) Adaptor (Adaptador) .


Além desses três, as duas primeiras versões da máquina continha mais um chip, uma CMOS padrão de buffer de lógica IC, fazendo um número total de quatro chips, sendo assim, com poucos chips e baratos. Algumas versões posteriores eliminaram o chip de buffer.

O design inicial não iria ser baseado em cartuchos, mas após verem um sistema de cartucho falso em outra máquina os engenheiros imaginaram que poderiam colocar os jogos em cartuchos pelo preço do conector e da embalagem.


Em agosto de 1976 Fairchild Semiconductor liberou seu próprio sistema baseado em CPU, o Channel F. O Stella ainda não estava pronto para produção, mas estava claro que deveria estar pronto antes que outros produtos similares chegassem ao mercado, que foi o que aconteceu quando a Atari lançou o Pong. A Atari simplesmente não tinha o dinheiro necessário para completar o sistema rapidamente, e, além disso, a venda de seu Pong estava diminuindo. Nolan Bushnell procurou a Warner Communications, e vendeu a companhia para eles em 1976 por 28 milhões de dólares, com a promessa de que o Stella seria produzido o mais rápido possível.

A chave para o sucesso da máquina foi a contratação de Jay Miner, um desenvolvedor de chip que concentrou vários circuitos em um chip, tornando o TIA um chip único. Uma vez completo e testado, o sistema estava pronto para a venda. Na data de lancamento 1977, o desenvolvimento tinha custado aproximadamente 100 milhões de dólares.


O preço inicial foi de 199 dólares e tinha 9 títulos. Na tentativa de competir diretamente com o Fairchild Channel F, a Atari chamou a máquina de 'Video Computer System' (ou VCS abreviando), pois o Channel F era nessa época conhecido como o VES, de Video Entertainment System.

O 2600 também foi apelidado SVA de Sears Video Arcade e vendido pelas lojas Sears-Roebuck. Quando Fairchild ficou sabendo do nome dado pela Atari, eles rapidamente mudaram o nome de seu sistema para Channel F, porém, os dois sistemas estavam no meio de varias reduções de preços: os clones de PONG estavam obsoletos por essas máquinas mais novas e poderosas. Logo, muitas dessas companhias de clones estavam fora do mercado, e tanto a Fairchild como a Atari estavam vendendo para um público saturado de jogos Pong. Em 1977, a Atari vendeu apenas 250 000 VCSs. Em 1978, apenas 55 000 de uma produção de 800 000 foram vendidos, e foi preciso ajuda financeira da Warner para cobrir prejuízos. Isso causou discordâncias e causou a saída do fundador da Atari, Nolan Bushnell, em 1978.


Uma vez que o público descobriu que era possível jogar jogos diferentes de Pong e os programadores aprenderam a alcançar os limites do hardware, o 2600 ganhou popularidade. Nesse ponto, Fairchild tinha desistido do mercado, achando que vídeogame era um mercado de moda passageira. Dessa forma, a Atari pôde ocupar mais facilmente o então crescente mercado. Em 1979, o 2600 foi o presente de natal mais vendido, principalmente por seus jogos exclusivos. Milhões de consoles foram vendido esse ano.

A Atari licenciou o grande sucesso de arcade Space Invaders da Taito, o qual aumentou ainda mais a popularidade do console quando foi lançado, em maio de 1980, dobrando as vendas novamente para mais de 2 milhões de unidades vendidas. O 2600 e seus cartuchos foram o maior fator por trás do gigantesco lucro da Atari, de mais de 2 bilhões de dólares em 1980. As vendas dobraram novamente pelos 2 anos seguintes, com venda de quase 8 milhões de unidades em 1982.



Nesse período, a Atari expandiu a família 2600 com outros dois consoles compatíveis. Eles construíram o Atari 2700, uma versão sem fio do console, que nunca foi lançado por causa de uma falha de design.

A companhia também construiu uma versão menor e arredondada da máquina, apelidada de Atari 2800, para vender no mercado japonês no início de 1983, mas esse sofreu com a competição do recém lançado Nintendo Famicom.

DECLÍNIO

Durante este período, a Atari continuou a crescer até possuir uma das maiores divisões de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) do Vale do Silício. Grande parte do orçamento de P&D foi gasto em projetos que pareciam não se adaptar aos videogames (e mesmo ao computador) fabricados pela companhia. Muitos destes projetos nunca viram a luz do dia. Enquanto isso, várias tentativas de criar novos consoles falharam por uma razão ou outra, embora seu modelo de computador pessoal, a família Atari de 8 bits, tenha obtido vendas razoáveis, se não espetaculares. A Warner estava mais feliz que nunca, as vendas do 2600 pareciam não ter fim e o Atari era responsável por metade dos lucros da companhia.

Os programadores de muitos dos maiores sucessos do Atari comecaram a ficar cada vez mais descontentes com a acompania por essa nao dar creditos aos desenvolvedores de jogos. Por exemplo, Rick Mauer, o programador do jogo Space Invaders, não recebeu nenhum credito e ganhou apenas USD$ 11.000 por seus esforcos, em compensação o cartuho arrecadou mais de USD$ 100 Milhoes em vendas. Mais notavelmente, Warren Robinett, o programador lider de Adventure, em protesto contra a politica monopolista da Atari, escondeu seu nome em uma sala secreta dentro do jogo. Esse foi um dos primeiros 'Ovos de pascoa' (uma piada escondida), uma prática que continua até hoje no desenvolvimento de softwares. Muitos outros programadores deixaram a companhia e formaram suas próprias software houses independentes. A mais proeminente e duradoura dessas desenvolvedoras terceiras foi a Activision, fundada em 1980, os quais os títulos rapidamente se tornaram mais populares que a da própria Atari.

A Atari tentou evitar o desenvolvimento de terceiras para o 2600 judicialmente, mas falhou, e logo outros publicadores, como a Imagic e Coleco, entraram no mercado. A Atari tambem teve sua imagem suja quando uma companhia chamada Mystique produziu alguns jogos Pornograficos para o Atari 2600. Desses, o mais notorio, Custer's Revenge, causou um grande protesto de grupos feministas nos Estados Unidos. A Atari processou Mystique judicialmente pela publicacao do jogo.

Apesar de nao estar descontinuado formalmente, o 2600 nao foi desenfatizado por dois anos depois da venda da Atari em 1984 pela Warner para Jack Tramiel (fundador da Commodore), que queria se concentrar em computadores pessoais. Ele congelou todo o desenvolvimento de jogos de console, incluindo o jogo Garfield para o Atari 2600 e o port Super Pac-Man para o Atari 5200. Em 1986, uma nova versao do 2600 foi lançada. A nova versao redesenhada do 2600, chamada não oficialmente de 2600 Jr., apresentava uma forma reduzida e mais barata, com uma cara mais moderna muito parecida com o Atari 7800. O 2600 redesenhado foi vendido como sendo uma plataforma de jogos mais barata (a baixo de $50 dolares) que tinha a possibilidade de rodar uma vasta biblioteca de jogos classicos. Com sua reaparição veio o resurgimento de desenvolvimento de software da Atari e de algumas empresas terceiras (notavelmente a Activision, Absolute Entertainment, Froggo, Epyx, e Exus).

O Atari 2600 continuou a ser vendido nos EUA e Europa até 1990, e na Asia até o começo de da decada de 90. A ultima versão licenciada do 2600 a ser ançada foi o KLAX em 1990.

Através de sua vida, foi estimada a produção de 40 milhoes de unidades e sua lista de jogos é de mais de 900 titulos comerciais até 1991. O Atari foi muito popular no Brasil a partir do meio da decada de 80. O Atari 2600 foi oficialmente aposentado no dia 1 de janeiro de 1992, tornando se o video game de maior vida na historia de jogos dos EUA. Ele teve uma vida util de 14 anos e 2 meses, aproximadamente tres vezes mais que a vida util de consoles.

O console e seus velhos e novos jogos sao muito populares entre colecionadores por causa de seu importante impacto na historia dos video games e eletronicos e tambem por seu valor nostalgico em muitas pessoas. Por isso, muitos clones modernos do Atari 2600 ainda estao no mercado. Um exemplo é o Atari Classics 10-in-1 TV Game produzido pela Jakks Pacific, que simula o console 2600 e inclui versoes convertidas de 10 jogos em um joystick parecido com o joysytick do Atari que tem os cabos para ligar em televisores modernos.

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