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quinta-feira, 28 de março de 2013

Brincar de Pneu

Uma coisa que realmente não se vê hoje em dia, Crianças que pegam um pneu velho de caro e ficar andando por ai com ele por ai sozinho ou junto com os amigos. Apesar dos meus 34 anos ainda tenho vultos do meu primeiro ano na escola e que lá tinha Pneus para brincarmos, eu gostava de pegar aquele que se parecia com o pneu da série Super Máquina. e disputava corrida com meus coleguinhas.

Também tinha os que brincavam com pneus de bicicleta que através de um graveto resistente e comprido guiávamos a onde queríamos.


sexta-feira, 2 de março de 2012

Alerta


DO QUE PRECISA? 

Uma bola e um espaço grande.
Alguém começa com a bola. Essa pessoa tem que ficar longe das outras e de costas para toda a turma . Ela vai escolher uma categoria e dizê-la em voz alta, pode ser animal, fruta, cidade, etc. Os outros jogadores, então, escolhem cada um uma coisa que faça parte daquela categoria. Por exemplo, se for “fruta” eu posso ser a maçã, você é o abacaxi e o outro será a melancia. Só uma pessoa grita tudo o que foi escolhido, mas sem dizer quem escolheu o quê. O jogador com a bola deve escolher uma das coisas faladas, que no caso é maçã, melancia ou abacaxi, e gritá-la ao mesmo tempo em que joga a bola para trás.
A pessoa “dona” da coisa que ele chamar corre para pegar a bola, enquanto os outros fogem, inclusive o que jogou a bola. Quando agarrar a bola, ela grita “ALERTA!" e os outros participantes têm que ficar parados no lugar onde estão, sem poder dar nem mais um passinho! O que pegou a bola, então, poderá dar três passos para tentar queimar algum jogador. Se o outro participante segurar a bola com as mãos, estará salvo, mas se a bola bater nele e cair, foi queimado e sai do jogo. Ganha o último que ficar na brincadeira.
Neste jogo tem que prestar atenção se todos vão parar de correr na hora em que ouvirem “ALERTA” e também tomar cuidado para que aquele que for queimar não dar passos muito grandes.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Pedra, Papel e Tesoura

Pedra, papel e tesoura (também chamado popularmente joquempô no Brasil, do japonês じゃんけんぽん, janken-pon) é um jogo de mãos recreativo e simples para duas ou mais pessoas, que não requer equipamentos nem habilidade.
O jogo é frequentemente empregado como método de seleção (como na escolha de equipes para a prática desportiva, por exemplo), assim como lançar moedas, jogar dados, entre outros. No entanto, diferentemente deste métodos que se baseiam exclusivamente em sorte, pedra-papel-tesoura pode ser jogado com um pouco de habilidade. Principalmente se o jogo se estender por vários turnos com o mesmo jogador, este pode reconhecer e explorar a lógica do comportamento do adversário.


No jogo de Pedra, Papel, Tesoura, os jogadores devem simultaneamente esticar a mão, na qual cada um formou um símbolo (que significa pedra, papel ou tesoura). Então, os jogadores comparam os símbolos para decidir quem ganhou, da seguinte forma:
Pedra ganha da tesoura (amassando-a ou quebrando-a).
Tesoura ganha do papel (cortando-o).
Papel ganha da pedra (embrulhando-a).
A pedra é simbolizada por um punho fechado; a tesoura, por dois dedos esticados; e o papel, pela mão aberta. Caso dois jogadores façam o mesmo gesto, ocorre um empate, e geralmente se joga de novo até desempatar.

No Japão. Pedra, papel, tesoura é chamado "Janken" . Acredita-se que Janken basea-se em dois jogos Ken mais antigos, "Suu Ken" e "San Sukumi Ken". O San Sukumi Ken existiu no Japão desde tempos antigos, e o Suu Ken foi importado da China no fim do século XVII. Os jogos Ken começaram a aumentar em popularidade em meados do século XIX. Acredita-se que Janken foi inventado no fim do século XIX, julgando fontes textuais da época sobre jogos Ken.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

QUEIMADA

Queimada é um jogo esportivo muito usado como brincadeira infantil. O material utilizado é uma bola de vôlei ou de borracha, de tamanho médio. O local pode ser um terreno plano, um campo ou uma quadra.

O jogo pode conter vinte ou mais jogadores. o que você precisa pra jogar queimado? domínio, agilidade  cooperação. O objetivo do jogo é fazer o maior número possível de prisioneiros em cada campo. O grupo vencedor será aquele que fizer o maior número de prisioneiros dentro de um tempo pré-estabelecido, ou então, aquele que aprisionar todos os jogadores adversários.

Cada time fica parado em um campo e um dos jogadores de cada lado deverá ser colocado atrás da linha de fundo do campo adversário.

o jogo começa arremessando a bola para o alto do campo aquele que agarrar a bola  terá como o objetivo de atingir, “queimar”, algum jogador adversário.

O jogo de queimada também pode ser conhecido por outras denominações, como: Barra Bola; Bola Queimada; Cemitério; Mata-mata; Mata-soldado; Queimado; Caçador no estado do Paraná e Rio Grande do Sul; Carimba no estado do Ceará; Baleado no estado da Bahia.

A brincadeira do jogo de queimada não existe número estabelecido de participantes, as regras não são muito rígidas, porém o objetivo é o mesmo: Eliminar a equipe oposta.


Nos Estados Unidos existem ligas de queimada, ou dodgeball, como a variante do esporte é conhecido por lá. O jogo foi retratado na comédia Dodgeball: A True Underdog Story (Com a bola toda), filme americano de 2004.



terça-feira, 3 de maio de 2011

Policia e ladrão


Hoje temos o famoso CS (Counter Strike) mais antigamente a Típica brincadeira de rua, onde eram determinadas duas equipes de ‘policiais’ e ‘bandidos’ geralmente com número igual de participantes, era determinado um local para a prisão onde todo bandido pego permanecia até que fosse libertado. A brincadeira começava quando a equipe dos bandidos fugia, geralmente tinham 1 minuto para fazê-lo, após o tempo de tolerância, os policiais saiam em seu encalço e após prenderem todos os bandidos, os papéis se invertiam; não havia limite de espaço para esta brincadeira, podia ser praticada na rua, num campo de futebol, no colégio, etc...

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Corrida do Saco

Essa era uma divertida brincadeira que, além de coordenação motora, exigia uma boa dose de companheirismo. Usava-se de sacos de estopa suficientes para o número de participantes – a brincadeira podia ser feita individualmente ou em duplas. A regra é simples: os participantes posicionam-se na linha de largada, com os dois pés dentro do saco (no caso da competição individual), e pulam até a linha de chegada. No caso de competições em dupla, cada pessoa coloca um pé dentro do saco e as duas correm com o outro pé livre.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Amarelinha


A amarelinha é uma das brincadeiras de rua mais tradicionais do Brasil. Percorrer uma trajetória de quadrados riscados no chão de pulo em pulo tinha o nome “pular macaca” quando chegou aqui, com os portugueses, há mais de 500 anos. Hoje, em tempos de jogos eletrônicos, internet e televisão, surpreendentemente a brincadeira simples sobrevive firme e forte nos hábitos de milhões de crianças.


Regras:

O jogo consiste em pular sobre um desenho riscado com giz no chão, que também pode ter inúmeras variações. Em uma delas, exemplificada na figura ao lado, o desenho apresenta quadrados ou retângulos numerados de 1 a 10 e no topo o céu, em formato oval.
Tira-se na sorte quem vai começar. Cada jogador, então, joga uma pedrinha, inicialmente na casa de número 1, devendo acertá-la em seus limites. Em seguida pula, em um pé só nas casas isoladas e com os dois nas casas duplas, evitando a que contém a pedrinha.


Chegando ao céu, pisa com os dois pés e retorna pulando da mesma forma até as casas 2-3, de onde o jogador precisa apanhar a pedrinha do chão, sem perder o equilíbrio, e pular de volta ao ponto de partida. Não cometendo erros, joga a pedrinha na casa 2 e sucessivas, repetindo todo processo.
Se perder o equilíbrio, colocando a mão no chão ou pisando fora dos limites das casas, o jogador passa a vez para o próximo, retornando a jogar do ponto em que errou ao chegar a sua vez novamente.
Ganha o jogo quem primeiro alcançar o céu.
Em uma outra versão, mais complexa, o jogo não termina aí. Quem consegue chegar ao céu vira de costas e atira a pedrinha de lá. A casa onde ela cair passa a ser sua e lá é escrito o seu nome (caso não acerte nenhuma, passa a vez ao próximo jogador). Nestas casas com "proprietário", nenhum outro jogador pode pisar, apenas o dono, que pode pisar inclusive com os dois pés.
Nesta versão, ganha o jogo quem conseguir ser dono da maioria das casas.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Bafo

Quase extinto a brincadeira do bafo foi muito famoso nos anos 70 e 80

Para jogar bafo - ou bafo-bafo, bafinha, tabufa... - basta ter um monte de figurinhas. O objetivo do jogo é desvirar o maior número de figurinhas com um tapão... mas não no seu adversário, e sim no monte de figurinhas, ok?!
As figurinhas são colocadas numa mesa ou mesmo no chão, umas sobre as outras, e voltadas para baixo. Aí é só dar o tapão e ver quantas viram para cima.

As crianças adoravam colecionar figurinhas, então costumavam usar as repetidas para jogar. Os amigos se juntavam para apostar suas figurinhas e quem ganhava podia ficar com todas que conseguiu virar.
Cada criança tinha seu jeito de bater no montinho. O único jeito que não valia era com chiclete grudado na mão, porque aí era trapaça.
Também dá pra jogar bafo com cartas. Mas naquela época o melhor era trocar figurinhas das Copas do Mundo era muito mais legal!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Pelada (Futebol de Rua)


Coisa que dá pra se lembrar bem é as famosas peladas ou futebol de rua. Normalmente brincava-se nas férias, nos finais de semana ou depois da aula. competições entre amigos, Rua de baixo vs Rua de cima.. sem camisa vs. com camisa não tinhamos campeonato brasileiro, bomba path, Winning Eleven, Fifa e outros... Jogava-se na raça.


vamos retratar umas 21 coisas que aconteciam na pelada que era primordial.


1. Quando a bola passa numa poça, ficar chutando ela na parede do vizinho até secar


2. Chutar o chão


3. Jogar a bola na casa do vizinho chato e ele furar


4. Interromper todo o jogo para o carro passar


5. Perder o tampão do dedo (quem nunca perdeu é juvenil)


6. Brigar


7. Perder e levar a bola pra casa


8. Cair e se ralar todo


9. Os melhorzinho tira o time , os gordinhos vão pro gol , e um de cada lado , atrás dos gols de chinelo.... só pra catar a bola !


10. PARO PARO ,Ó U CARRO !


11. Jogando na rua com descida: "quem chuta busca"


12. Confusão porque a bola foi alta ou se foi por cima da trave de chinelo!


13. Acertar o carro ou o portão daquele vizinho chato e todo mundo sair correndo!


14. Fazer tabela com o meio fio


15. Pisar em alguma pedrinha e sair pulando igual um cavalo manco!


16. Jogar com o chinelo na mão quando for goleiro


17. Os vizinhos estacionam o carro no meio do campo


18. Roubar no tempo..


19. Gritar gol quando chutar e a bola passar pertinho da trave


20. Ganhar e gritar PRÓXIMOOOOOO!!!


21. Espera, mãe! Só mais um gol!


Quem não sabe do que eu estou falando.... não teve a verdadeira infância!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Rolemâ


Diversão para Crianças e Pesadelos dos vizinhos, o rolemâ era a sensação de todos os meninos da vizinhança. Morar perto de uma ladeira asfaltada ou uma calçada longa e de caimento era sinônimo de Horas de diversão.

Campeonátos de amigos eram feitos, desafios travados, tudo pela diversão da velocidade.

O rolemâ normalmente era feito de madeira e tábuas com engrenágens de rodinhas com bilhas, comprados em lojas de peças para motores.
Eram montados por grupos de amigos, sozinhos ou com a ajuda do pai. Os controles eram feitos por pedais que controlavam a sua direção.



As grandes desvantágens para muitos, era que o veículo era muito barulhento. Com isso irritava os vizinhos e o fato que se fosse usado na calçada ela ficaria toda riscada. Havia até campeonatos oficiais nos bairros e até em cidades.

Ainda em alguns lugares do Brasil, crianças ainda brincam de rolemâ e existem até modelos profissionais.





Rolemãs profissionais

Foi uma boa época, onde nós nos divertiamos de um modo barato, competitivo e com muito companherismo.


domingo, 10 de abril de 2011

Telefone sem Fio

Esta brincadeira era clássica e de certa forma até educativa; era comum nas escolas ver a professora juntar os alunos em círculo e organizar a brincadeira do ‘Telefone sem fio’, por tratar-se de uma brincadeira que estimulava a comunicação era tida como um passatempo delicioso das horas de lazer na sala de aula. O mecanismo do jogo é muito simples, se junta um grupo de crianças dispostas em círculo, pode ser escolhida uma palavra ou frase para iniciar a brincadeira, um dos participantes recebe a ‘mensagem secreta’ e tem de passá-la ao companheiro do lado, falando uma única vez no ouvido do colega, e assim sucessivamente até que a palavra ou frase chegue ao final, era muito comum que a mensagem chegasse totalmente diferente da original, pois uma característica desse jogo era justamente alterar a palavra ou frase no meio do caminho, o que acabava em muita diversão entre o grupo.